Zero Trust na prática: como substituir VPNs tradicionais

Segurança · 1 min

Artigos de Bruno Roque

O modelo Zero Trust reduz a exposição desnecessária da rede e reforça o controlo de acessos. Descubra como uma abordagem ZTNA pode substituir as VPNs tradicionais de forma gradual e segura.

Zero Trust na prática: como substituir VPNs tradicionais

TL;DR

Porque as VPNs tradicionais já não são suficientes

As VPNs continuam a desempenhar um papel importante em muitas organizações, mas foram concebidas para um modelo de acesso diferente do atual. Em muitos casos, concedem acesso mais amplo do que o estritamente necessário, aumentando a superfície de exposição quando uma credencial ou dispositivo é comprometido. O modelo [Zero Trust Network Access](/pt/solucoes/zero-trust-ztna) (ZTNA) adota uma abordagem diferente. Cada pedido é validado com base na identidade do utilizador, no contexto do acesso e no estado do dispositivo, sendo disponibilizado apenas o recurso necessário.

O nosso processo de migração

A implementação começa com o inventário das aplicações e dos perfis de utilizador. Em seguida, são definidas políticas de acesso adequadas a cada grupo, permitindo uma migração faseada e controlada. Durante o processo, as soluções existentes podem coexistir, reduzindo o impacto operacional e permitindo uma transição progressiva para o [novo modelo](/pt/solucoes/cybersecurity-mesh).

Benefícios da abordagem Zero Trust

Uma arquitetura baseada em Zero Trust permite reforçar o controlo de acessos, reduzir a exposição desnecessária dos recursos e melhorar a visibilidade sobre quem acede a cada aplicação. Além disso, proporciona uma experiência mais consistente para [utilizadores remotos](/pt/servicos/outsourcing-de-informatica), sem depender exclusivamente dos modelos tradicionais de acesso à rede.

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Referências

  1. NIST SP 800-207 — Zero Trust Architecture
  2. CISA — Zero Trust Maturity Model
  3. Microsoft Learn — Zero Trust deployment for technology pillars (overview)