SOC/NOC gerido para PME: uma alternativa à operação interna 24/7

Operações · 1 min

Artigos de Tomás Romão

A monitorização contínua exige competências especializadas, processos definidos e capacidade operacional. Descubra como um modelo gerido pode ajudar a reforçar a segurança e a operação das PME.

SOC/NOC gerido para PME: uma alternativa à operação interna 24/7

TL;DR

O desafio de uma operação interna

Garantir monitorização e resposta contínuas a incidentes exige recursos especializados, capacidade de rotação de equipas e processos bem definidos. Além das pessoas, é necessário considerar [ferramentas de monitorização](/pt/solucoes/sistemas-monitorizacao), deteção e resposta, formação contínua, documentação operacional e mecanismos de reporte.

O que um modelo gerido oferece

Os [serviços geridos](/pt/servicos/servicos-especializados) permitem às organizações beneficiar de equipas especializadas e plataformas avançadas de monitorização sem a necessidade de construir toda a operação internamente. Através de procedimentos definidos, acordos de nível de serviço (SLA) e processos de escalonamento, é possível aumentar a capacidade de deteção e resposta a incidentes de forma previsível e controlada.

O que deve permanecer na organização

Embora a monitorização e a operação possam ser delegadas, as decisões relacionadas com risco, prioridades de negócio, conformidade e comunicação institucional devem continuar sob responsabilidade da organização. O modelo gerido funciona como um complemento operacional, enquanto a [definição da estratégia](/pt/blog/outsourcing-de-ti-vs-equipa-interna-qual-o-custo-real) permanece interna.

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Referências

  1. Verizon Data Breach Investigations Report (DBIR)
  2. IBM Cost of a Data Breach Report
  3. ENISA — Good Practice Guide for Incident Management