Edge Computing: quando faz sentido aproximar o processamento dos dados

Datacenter · 1 min

Artigos de Ricardo Vaz

O Edge Computing permite reduzir a latência, aumentar a resiliência e aproximar o processamento dos dados das operações. Descubra os cenários onde esta arquitetura faz mais sentido.

Edge Computing: quando faz sentido aproximar o processamento dos dados

TL;DR

Os casos onde o Edge Computing faz sentido

O Edge Computing permite processar dados mais próximo da sua origem, reduzindo o tempo de resposta e melhorando a resiliência das operações. Entre os cenários mais comuns encontram-se sistemas de análise de vídeo, aplicações industriais, cargas de trabalho com requisitos de soberania dos dados e soluções que dependem de processamento local em tempo real.

O desafio operacional

Cada localização de edge introduz novos requisitos de gestão, monitorização, segurança e manutenção. Sem uma abordagem consistente, o aumento do número de localizações pode traduzir-se numa maior complexidade operacional. Por esse motivo, a normalização das plataformas, da automação e da [observabilidade](/pt/solucoes/sistemas-monitorizacao) assume um papel fundamental.

Um modelo de referência

Uma arquitetura baseada em modelo hub-and-spoke permite combinar um plano de controlo centralizado com processamento distribuído nos diferentes pontos de edge. Esta abordagem facilita a gestão, melhora a resiliência e permite adaptar o processamento às necessidades específicas de cada localização.

Arquitetura edge em 2 semanas

Avaliamos onde o edge entrega ROI — e onde não.

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Referências

  1. IDC Worldwide Edge Spending Guide
  2. Gartner — What Edge Computing Means for Infrastructure & Operations Leaders
  3. Cisco Annual Internet Report (2018–2023) White Paper
  4. LF Edge — State of the Edge Report 2024